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Artigos de Opinião Porquê um Inventário de Activos Fixos?

Porquê um Inventário de Activos Fixos?

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Introdução

As imobilizações corpóreas ou bens duradouros constituem parte significativa do activo das empresas.Em nosso entender, uma acção de inventário patrimonial deve servir não só o mero cumprimento de imperativos legais no âmbito do património, mas também deve ser o primeiro instrumento para a implementação de um sistema de controlo interno que permita, tanto à administração como aos gestores de àrea, dispor da informação de suporte à gestão de que tão frequentemente carecem.

Em Portugal a gestão de activos fixos evoluiu consideravelmente, depois de alguns anos de esquecimento, por via da necessidade de melhor conhecer os equipamentos informáticos disponíveis nas empresas (hardware e software), por oportunidade da transição do milénio (bug ano 2000) e da transição da moeda corrente (Euro).

Por outro lado, a recente evolução dos sistemas contabilísticos e da fiscalidade levou as empresas a abandonar o tradicional conhecimento empírico dos seus activos, passando a optar, em regime de outsourcing, por serviços prestados por profissionais especializados no âmbito do controlo e gestão patrimonial.

A experiência prova que a grande parte das empresas dispõe de um ficheiro de imobilizações que reflete de maneira imprecisa a realidade física. Não obstante, os serviços técnicos e contabilísticos das empresas supõem erradamente que esse ficheiro de imobilizações se mantem automaticamente fiável ao longo dos anos...

Tendo como suporte informação desactualizada, quem gere os diversos departamentos das empresas tende a tomar decisões de investimento erradas, acaba por definir estratégias de manutenção que não se adequam às reais circunstâncias de exploração, definem planos directores de redução de custos que não se ajustam nem à quantidade de bens instalados, nem às horas de funcionamento em sede de produção, nem à tipologia dos equipamentos.


Causas dos desvios entre as realidades física e contabilística

As causas destas discordâncias são, em primeira análise, imputáveis a uma generalizada dificuldade de comunicação entre os serviços operacionais (produção) e alguns serviços administrativos e financeiros (aprovisionamento, compras e contabilidade).


Consequências dos desvios

E as consequências, muitas vezes, são gravosas:

• Prática de taxas de amortização superiores ou inferiores às adequadas
• Conhecimento distorcido do parque de materiais e equipamentos
• Dificuldade na imputação analítica de valores a centros de custo (aquisição, exploração e manutenção)
• Subavaliação ou sobreavaliação do activo imobilisado
• Desajustamento de prémios de seguros


As soluções

As soluções que propômos são personalizadas e ajustadas às reais necessidades de cada universo patrimonial. Apoiamo-nos no empenho e traquejo profissional dos técnicos que constituem a nossa equipa permanente nos domínios específicos que pressupõem uma correcta gestão dos bens das empresas.

Actualizado em ( Segunda, 28 Junho 2010 17:47 )  

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